16º Domingo do Tempo Comum

"Quem semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos". (Evangelho segundo Mateus).

Temos saudades do paraíso perdido

Frei Clarêncio Neotti

A maior prova para a nossa paciência é a coexistência com o mal. O sonho de uma terra sem males é inato ao homem. Encontramo-lo em todos os povos, desde os mais primitivos até os mais avançados (Is 11,1-9). É a saudade de um paraíso perdido. Até mesmo os profetas imaginavam a chegada do Messias como alguém que extirparia por inteiro o mal da face da terra. Assim pensava também João Batista (Mt 3,10). E, quando ele percebeu que Jesus, em vez de eliminar os pecadores, comia com eles e andava com eles (Lc 7,34), ficou preocupado. João Batista começou a se perguntar se Jesus era o Messias ou se devia esperar por outro (Mt 11,3). Jesus trouxe um tempo de graça e salvação. Ele comparou esse tempo ao plantio e crescimento do trigal. O Reino de Deus, na sua realização terrena, embora sendo de graça e santidade, não nos dispensa a paciência.

Há os que se escandalizam com a existência do mal. Dizem: se Deus é o criador de tudo, como pode haver tantos males e maldades? Se Deus é bom, como pode permitir tanta desgraça? O Concílio Vaticano II viu nesse escândalo uma das razões
do ateísmo moderno (Gaudium et Spes, 19). Se há males que o próprio homem cria e pratica, há os que não dependem de sua vontade, como terremotos, tufões e mortes prematuras. O homem consegue explicar os males que nascem de seu coração, como a guerra, a corrupção e a violência. Mas não tem explicação para o mal em si. São Paulo chamou o mal de mistério (2Ts 2,7). O homem é posto diante do mal. A ele deve resistir. A ele deve superar. Com ele deve conviver, mantendo-se fiel ao bem. Deus é o exemplo de paciência, lembrado por Jesus, que faz nascer o sol sobre bons e maus e chover sobre justos e injustos (Mt 5,45). É bendito todo o esforço humano para vencer o mal. Isso é paciência, uma qualidade ativa e forte. A vitória completa sobre o mal acontecerá somente na plenitude do Reino: no céu.


FREI CLARÊNCIO NEOTTI, OFMentrou na Ordem Franciscana no dia 23 de dezembro de 1954. Durante 20 anos, trabalhou na Editora Vozes, em Petrópolis. É membro fundador da União dos Editores Franciscanos e vigário paroquial no Santuário do Divino Espírito Santo (ES). Escritor e jornalista, é autor de vários livros e este comentário é do livro “Ministério da Palavra – Comentários aos Evangelhos dominicais e Festivos”, da Editora Santuário.

 

16º Domingo do Tempo Comum, ano A

Reflexões do exegeta Frei Ludovico Garmus

Oração: “Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos”.

  1. Primeira leitura: Sb 12,13.16-19

Concedeis o perdão aos pecadores.

O sábio medita e contempla o agir de Deus com os seres humanos. Deus é poderoso e justo, mas prefere cuidar de todas as suas criaturas. Tem força para aniquilar os pecadores, mas controla o princípio da justiça punitiva pela sua clemência. A bondade divina não diminui em nada sua justiça e seu poder. Ele “ensina ao seu povo que o justo deve ser humano” e nos dá a “confortadora esperança” de que Deus “concede o perdão aos pecadores”. Meditemos e louvemos a “humanidade” de nosso Deus.

Salmo responsorial: Sl 85

Ó Senhor, vós sois bom, sois clemente e fiel!

  1. Segunda leitura: Rm 8,26-27

O Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. 

Domingo passado Paulo dizia que pelo batismo já recebemos o Espírito Santo que age em nós, suscitando os primeiros frutos do Espírito. No entanto, estamos gemendo como que em dores de parto junto com todas as criaturas dominadas pelo pecado, na esperança de ver desabrochar a nova criação. Pela força do Espírito Deus continua criando e renovando a sua criação (cf. Sl 104,30). Hoje Paulo nos convida a ouvir a voz, os gemidos do Espírito criador. Ele se faz ouvir no âmbito da Igreja, na voz dos leigos, no âmbito político, na voz do povo e no respeito da vida de todas as criaturas (ecologia integral). É o Espírito Santo que convoca todas as religiões e pessoas de boa vontade para o cuidado da vida de todos os seres criados. Como esses gemidos se explicam nas parábolas do joio, do fermento e do grão de mostarda (Evangelho)?

Aclamação ao Evangelho: Mt 11,25

   Eu te louvo, ó Pai Santo, Deus do céu, Senhor da terra:

            Os mistérios do teu Reino aos pequenos, Pai, revelas!

  1. Evangelho: Mt 13,24-43

Deixai crescer um e outro até a colheita.

O evangelho de hoje está unido à primeira leitura pela ideia do julgamento de Deus, justo e indulgente para com todos. Relaciona-se também aos gemidos do Espírito da segunda leitura. Domingo passado, refletimos sobre a parábola do semeador: Jesus (e a Igreja) que anuncia o Reino de Deus e vê resultados diferentes de sua ação. Hoje ouvimos três pequenas parábolas de Jesus, do joio, da mostarda e do fermento na massa. Elas continuam e aprofundam a parábola do semeador. A parábola do joio reflete sobre os fatores que impedem o crescimento da semente: terreno ruim, pedras e espinhos aniquilam o crescimento da semente; a terra boa, por sua vez, produz diferentes resultados na hora da colheita. Além do bom semeador que semeia sementes boas, outras sementes são semeadas pelo inimigo na mesma terra. A sociedade em que vivemos é a terra capaz de receber sementes boas e ruins. Pelos frutos, bons ou maus, conhecemos quem é o semeador e a qualidade da semente semeada. Quem semeia hoje as sementes más da injustiça, da desigualdade, da corrupção e da violência em nossa sociedade? Além da boa semente que os pais procuram semear no coração de seus filhos, quais outras sementes influenciam negativamente a educação dos filhos? E o que dizer da qualidade que os ministros da Igreja semeiam? O que devemos fazer? Tomas atitudes radicais como propunham os trabalhadores ao seu patrão? Sermos impacientes e radicais como João e Tiago, que pediam a Jesus para rogar pragas aos samaritanos que não o acolheram? Ou agir com sabedoria e prudência como o dono da plantação sugeriu (cf. primeira leitura).

As leituras nos convidam a confiar na força criadora do Espírito Santo, que cria e renova todas as coisas. O poder de Deus se esconde no dinamismo de uma pequena porção de fermento, capaz de levedar a massa, e na insignificância de uma sementinha de mostarda que oculta uma frondosa árvore. Paulo, ao falar da ação da graça em sua vida, diz: “Pois quando me sinto fraco, então é que sou forte” (2Cor 12,10). – Deus é misericordioso e aguarda com paciência os frutos, como vemos na parábola da figueira estéril (Lc 13,6-9).


FREI LUDOVICO GARMUS, OFMé professor de Exegese Bíblica do Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis (RJ). Fez mestrado em Sagrada Escritura, em Roma, e doutorado em Teologia Bíblica pelo Studium Biblicum Franciscanum de Jerusalém, do Pontifício Ateneu Antoniano. É diretor industrial da Editora Vozes e editor da Revista “Estudos Bíblicos”, editada pela Vozes. Entre seus trabalhos está a coordenação geral e tradução da Bíblia Sagrada da Vozes.

 

Jesus, contador de histórias

Frei Almir Guimarães

♦ Continuamos a leitura do evangelho de Mateus em nossas liturgias dominicais. Jesus aparece hoje como um contador de histórias com três de suas saborosas parábolas: joio e trigo, grãozinho de mostarda e fermento que a mulher coloca na massa que descrevem o Reino, o mundo novo cuja inauguração o Pai confiou a Jesus. Para falar do assunto curiosamente Jesus se serve de imagens “culinárias”, coisas do campo e da cozinha.

♦ Por detrás dessas figurações-historietas e das outra leituras somos convidados a corrigir a rota de nosso caminhar. O texto do Livro da Sabedoria exalta a excelsa grandeza do Senhor e a certeza de que o olhar que o Senhor nos dirige é benigno e bondoso. Paulo lembra que em nossa oração o Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. Deus mesmo reza em nós. Nesse pano de fundo vamos colaborando na construção do Reino.

♦ Reino, Reino de Deus, mundo novo, mundo segundo os sonhos do Altíssimo. Jesus veio anunciar e inaugurá-lo. Colocou depois, em nossas mãos sobre nossos ombros a continuação de sua obra, reino de justiça e de paz, de vida e verdade, de amor e de graça. Somos artesãos do Mundo segundo o coração de Deus.

♦ Não podemos ir rápido demais na construção e aperfeiçoamento do Reino. Será preciso dar tempo ao tempo. Vivemos, damos nossos testemunho de amigos e discípulos do Senhor. A experiência está sempre a nos dizer a erva daninha que não lançamos à terra cresce e abafa o trigo. Há santos caminhando por ai, mas há aproveitadores, gente que destrói a beleza dos inocentes, pessoas que ardilosamente inventam meios e modos em derrubar os outros, que contaminam com o veneno da maldade.

♦ Não dá para separar os bons dos maus antes da hora. Jesus veio como Pastor e não aquele que condena. Nenhum pecado pode cortar irremediavelmente as pontes de comunicação com de Deus. Trigo e joio estão misturados. A parábola fala da paciência de Deus, do dar tempo ao tempo. “Não nos deve perturbar o escândalo de uma Igreja medíocre, comprometida, distante do ideal evangélico de pureza, de santidade, de desapego. Sendo feita de homens e vivendo mergulhada no mundo, a Igreja corre sempre o risco de se contaminar com o mundo e ver crescer em suas fileiras o joio ao lado do trigo” (Missal da Paulus, p.750). Sempre houve na Igreja a tentação de cortar e queimar o joio antes: hereges condenados à fogueira, excomunhões, anátemas. A parábola do joio e do trigo fala da paciência de Deus.

♦ Construção do Reino: esforços de semear a verdade, recolher os jogados à beira do caminho, dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, entrar no silêncio do quarto, fazer com que os inimigos se deem as mãos. Para que isso aconteça com pequenos gestos: uma palavra amiga, um serviço prestado, uma dívida perdoada, um generosidade demonstrada, os pés de alguém lavados. O Reino é semelhante a coisa pequenas. Cuidado com os grandes êxitos nesse terreno. Podem ocultar poder. Somos operários do Reino no cotidiano das coisas pequenas.

♦ “Para seguir a Jesus não é preciso sonhar com coisas grandiosas. Que seus seguidores busquem uma Igreja poderosa que se imponha às outras é um erro. O ideal não é o exaltado cedro no alto da montanha, mas o arbusto de mostarda que cresce junto aos caminhos e acolhe os pintassilgos. Deus não esta no êxito, no poder, ou na superioridade. Para descobrir sua presença salvadora será preciso prestar atenção ao pequeno, ao comum e cotidiano. A vida não é apenas aquilo que se vê. É muito mais. Assim pensava Jesus” (Pagola, Mateus, p. 161)

♦ Irradiação é a palavra que pode ajudar a compreender a imagem do fermento. Algo minúsculo em relação ao todo. Quando juntado ao trigo a tudo penetra escondidamente. Assim, os discípulos de Jesus estão em todas em todas partes: são doutores e padeiros, políticos e empregados domésticos, são pais, mães, novos e idosos. Vivem no mundo, mas carregam em si os germes do mundo novo. Não são apenas pessoas de missa de domingo mas gente de discretamente coloca o “vírus” de Jesus por onde passam. Quando pensamos na missão do laicato no mundo de hoje temos em mente ações concretas em prol da humanização do humano, mas sobretudo no testemunho, no força do fermento, do sal e da luz. Os cristãos são fermento de um mundo novo.

Como são importantes essas histórias que Jesus contava!!


Oração

Olhar-te lentamente,
isto é tudo.
Olhar-te lentamente.
E desta forma
algo se move dentro de mim.
Olhar-te lentamente,
nada mais e isto é tudo,
olhar-te lentamente.
Que tenho eu de mim
se não o que me concedeste,
teu fogo, teu amor,
teu ar, teu vento?

J. Zubiaurre


FREI ALMIR GUIMARÃES, OFMingressou na Ordem Franciscana em 1958. Estudou catequese e pastoral no Institut Catholique de Paris, a partir de 1966, período em que fez licenciatura em Teologia. Em 1974, voltou a Paris para se doutorar em Teologia. Tem diversas obras sobre espiritualidade, sobretudo na área da Pastoral familiar. É o editor da Revista “Grande Sinal”.

 

Fermento de uma vida mais humana

José Antonio Pagola

Surpreende ver com que frequência Jesus se dirige a seus discípulos para adverti-los contra uma falsa “impaciência messiânica” que não sabe respeitar o ritmo da ação discreta, mas vigorosa, de Deus.

Aos que esperam que Ele dê início a um movimento contundente e arrojado, capaz de terminar com outras correntes e alternativas, Jesus lhes fala de uma ação mais humilde e respeitosa de Deus. O mundo é um campo de sementeiras opostas. E o Reino de Deus cresce aí na densidade dessa vida às vezes tão ambígua e complexa.

Aí está Deus salvando o ser humano: nesses comportamentos coletivos, animados umas vezes por grandes ideais e outras vezes por obscuros egoísmos; nesses mil gestos que fazemos cada dia e onde se mescla a generosidade com as mesquinharias mais inconfessáveis.

Àqueles que esperam o desenrolar imediato de algo espetacular e poderoso, Jesus lhes fala de um reinado de Deus mais simples e discreto. Algo que não visa desencadear movimentos grandiosos de massa. O Reino de Deus já está atuando, mas a modo de um grão de mostarda minúsculo e quase irrisório que germina com humildade, ou como uma porção quase imperceptível de fermento que se perde na massa fermentando-a totalmente.

Não é lançando excomunhões sobre outros grupos, partidos ou ideologias, nem condenando tudo o que não coincide com o nosso pensamento que vamos abrir caminho ao Reino de Deus. Não o implantaremos na sociedade concentrando grandes massas ou conseguindo o aplauso passageiro das multidões.

O Reino de Deus é um “fermento de humanidade” que cresce em qualquer rincão obscuro do mundo, onde se ama o ser humano e onde se luta por uma humanidade mais digna. Só abriremos caminho ao Reino de Deus deixando que a força do Evangelho transforme nosso modo de viver, amar, trabalhar, desfrutar, lutar e ser.


JOSÉ ANTONIO PAGOLA cursou Teologia e Ciências Bíblicas na Pontifícia Universidade Gregoriana, no Pontifício Instituto Bíblico de Roma e na Escola Bíblica e Arqueológica Francesa de Jerusalém. É autor de diversas obras de teologia, pastoral e cristologia. Atualmente é diretor do Instituto de Teologia e Pastoral de São Sebastião. Este comentário é do livro “O Caminho Aberto por Jesus”, da Editora Vozes.

 

Paciência na evangelização

Johan Konings

O evangelho apresenta um Jesus muito tolerante. Isso pode até desagradar a quem gostaria de um Jesus mais radical. A Igreja parece tão pouco radical. Por que não romper de vez com os que não querem acompanhar? Ou será que a radicalidade do evangelho é outra coisa do que imaginamos? Neste evangelho (Mt 13, 24-43), Jesus descreve o Reino de Deus (o agir de Deus na história), em três parábolas. Na primeira, explica que junto com os frutos bons (o trigo) podem crescer frutos menos bons (o joio); é melhor deixar a Deus a responsabilidade de separá-los, na hora certa….Na segunda, ensina que o agir de Deus tem um alcance que sua humilde aparência inicial não deixa suspeitar (a sementinha).

Na terceira, adverte que a obra de Deus muitas vezes é escondida, enquanto na realidade penetra e leveda o mundo, invisivelmente, como o fermento da massa.

Nós gostamos de ver resultados imediatos. Somos impacientes e dominadores para com os outros. Deus tem tanto poder, que ele domina a si mesmo… Não é escravo de seu próprio poder. Sabe governar pela paciência e o perdão (1ª leitura). Seu “reino” é amor, e este penetra aos poucos, invisivelmente, como o fermento. Impaciência em relação ao Reino de Deus é falta de fé. O crescimento do Reino é “mistério”, algo que pertence a Deus.

No tempo de Mateus, a impaciência era explicável: espera-se a volta de Cristo (a Parusia) para breve. Hoje, já não é essa a razão da impaciência. A causa da impaciência bem pode ser o imediatismo de pessoas aparentemente “superengajadas”, e podemos questionar se muito ativismo é verdadeira generosidade a serviço de Deus ou apenas auto-afirmação. É preciso dar tempo às pessoas para que fiquem cativados pelo Reino. E a nós mesmos também. Isso exige maior fé e dedicação do que certo radicalismo mal-entendido, pelo qual são rechaçadas as pessoas que ainda estão crescendo.

Devemos ter paciência especial para com aqueles que, vivendo em condições subumanas, não conseguem assimilar algumas exigências aparentemente importantes da Igreja. Para com os jovens. Para com os que perderam a cabeça pelas complicações da vida moderna urbana, ou por causa da televisão, que pouco se preocupa em propor às pessoas critérios de vida equilibrada. Devemos dar tempo ao tempo… e entrementes dar força ao trigo, para que não se deixe sufocar pelo joio.

Em nossas comunidades, importa cativar os outros com paciência. Fanatismo só serve para dividir. Moscas não se apanham com vinagre. Importa ter confiança em Deus, sabendo que ele age, mesmo. E então nos sentiremos seguros para colaborar com ele, com “magnanimidade”, com grandeza de alma – pois é assim que se deveria traduzir o que geralmente se traduz com o termo desvirtuado “paciência”…. Deus reina por seu amor, e o amor não força ninguém, mas cativa a livre adesão.


PE. JOHAN KONINGS nasceu na Bélgica em 1941, onde se tornou Doutor em Teologia pela Universidade Católica de Lovaina, ligado ao Colégio para a América Latina (Fidei Donum). Veio ao Brasil, como sacerdote diocesano, em 1972. Em 1985 entrou na Companhia de Jesus (Jesuítas) e, desde 1986, atua como professor de exegese bíblica na FAJE, Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia, em Belo Horizonte. Este comentário é do livro “Liturgia Dominical, Editora Vozes.

Todas as reflexões foram tiradas do site franciscanos.org.br

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